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Resíduos da construção são usados em recuperação de ruas em MG crédito: Prefeitura de Uberlândia /Divulgação

A construção é uma das atividades mais antigas que se tem conhecimento. E, desde os primórdios da humanidade, foi executada de forma artesanal, gerando como subprodutos grande quantidade de entulho mineral. Muita coisa mudou desde então, os materiais e modelos construtivos evoluíram, mas a produção desse tipo de lixo ainda é uma preocupação urbanística e ambiental nas cidades.

Os resíduos da construção civil (RCC), de acordo com a Resolução CONAMA nº 307, de 05 de julho de 2002, são definidos como aqueles provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obras de construção civil, e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassa, gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica etc, comumente chamados de entulhos de obras, caliça ou metralha.

Mas, então, como deve ser o destino desses resíduos? O município de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, tem uma lição para dar nessa área. Restos de construção civil estão sendo utilizados para a melhorar as condições das superfícies para o deslocamento de veículos e pedestres nas vias de um bairro. A ação é realizada pela Prefeitura com os materiais recolhidos nos ecopontos da cidade.

A cidade conta com 13 locais para o recolhimento desse tipo de material, e cada um deles recolhe em média, 1.000 toneladas de resíduos por mês. Outros dois já foram construídos por loteadores nos Bairros Shopping Park e Monte Hebron e estão em fase de documentação para serem entregues à Prefeitura.

“Aproveitarmos os resíduos de construção civil na recuperação de estradas rurais, vicinais e de vias é uma solução inteligente, econômica, sustentável, mesmo que paliativa. Por isso, é de extrema importância que todo morador descarte estes resíduos em algum Ecoponto da cidade. Sem essa consciência da população com a destinação correta, descartando resíduos em lotes vagos, por exemplo, além de não trazer nenhum tipo de benefício como este, ainda causa danos financeiros e ambientais para a cidade”, disse Larissa Espíndula, secretária municipal de Meio Ambiente e Serviços Urbanos.

Para melhorar a situação, a diretora fiscal da associação dos moradores, Mineia Carvalho, tem expectativas de que “venham mais materiais e a gente consiga concluir todo o bairro, porque as últimas chuvas degradaram todas as nossas vias”.

O secretário de Obras explica que cerca de 600 metros cúbicos de resíduos da construção civil estão disponíveis para o bairro, mas que, com a população passando a descartar corretamente os resíduos nos ecopontos, o volume pode aumentar.

“Além disso, ressalto, também, a importância da triagem porque não é todo este volume de resíduos que é aproveitado para esta finalidade. Se o material estiver contaminado com outros produtos, ele é descartado corretamente e utilizado para outro fim”, finalizou.

 

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