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Índice derruba tese de que aço tem gerado inflação, dizem siderúrgicas

“Começou-se a falar no Brasil de inflação de demanda, como se todos estivessem trabalhando no limite da capacidade instalada. Não tem o menor procedimento. Só para dar uma ideia, a indústria brasileira opera com grau médio de ociosidade de 30%. No caso da siderurgia, 68% de utilização. Esse é um conceito que nos é muito caro: não falta oferta, falta demanda".

A afirmação foi feita pelo presidente do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil. Em coletiva de imprensa na última quinta-feira, 21 de julho, Lopes voltou a refutar a tese de que o aço tem sido responsável pela alta da inflação recente no Brasil.

Ao mesmo tempo em que o Instituto apresentou os números da produção e venda de aço no primeiro semestre de 2022, sua diretoria  expês também os setores que compõem o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do Brasil. Avaliando os preços que mais pesaram na inflação, que foi de 11,87% nos últimos 12 meses até junho deste ano, os itens alimentos e bebidas contribuiram com 24,1%, combustíveis com 17,6%, veículo próprio e manutenção com 13,7%. Esses três setores representaram 55,3% do IPCA, seguidos por transporte público (4,1%) e gás de botijão (3,1%).

“Nos 12 meses até junho, o preço do vergalhão, por exemplo, subiu 5,9%, praticamente a metade da inflação no período. Levando-se em conta todos os produtos de aço que pesam no índice, eles representam 0,3% da inflação brasileira”, disse o executivo. "Eu acho que a queda de braço normalmente entre fornecedor e cliente faz parte do jogo, em qualquer setor, cada um tem que buscar o seu interesse e resultados. O aço tem um efeito multiplicador gigantesco, está em toda a indústria, veiculos, eletroeletrônico. Portanto, o que percebemos é que o aço teve preço quase nulo na inflação brasileira”, acrescentou ele.

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