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Mundo do Aço

Entenda por que as siderúrgicas reajustaram o aço crédito: Arcelor Mittal/Divulgação

Depois de sofrer forte impacto da pandemia no primeiro semestre de 2020, a siderurgia vem se recuperando com vigor no país, puxada principalmente pelo aquecimento no setor da construção civil.

No entanto, para a cadeia produtiva que depende do aço,  como indústrias e distribuidores, essa recuperação trouxe junto o desabastecimento do mercado e reajustes sucessivos nos preços da matéria-prima.  No acumulado do ano, foram vários aumentos de preço - no início de dezembro, CSN e Usiminas, por exemplo, aplicaram novos reajustes, entre 10% e 12%.

O presidente do Conselho Diretor do Instituto Aço Brasil e vice-presidente da Gerdau, Marco Faraco, garantiu no fim de novembro ao presidente Jair Bolsonaro que não há risco de desabastecimento de aço, embora, na prática, a situação seja de escassez.

Veja o que as siderúrgicas alegam para os sucessivos reajustes nos preços, que têm impactado toda a cadeia produtiva:

  • A queda no consumo por causa da crise sanitária fez a indústria brasileira do aço abafar altos fornos e paralisar unidades de produção, chegando a operar com apenas 45% de sua capacidade instalada no 1º semestre - atualmente, esse índice está em 68,4%.
  • Mesmo com a recuperação, em relação à produção, comparada a de 2019, a indústria brasileira do aço deve decrescer 5,6%, atingindo 30,7 milhões de toneladas este ano. 
  • Atividade intensa na construção civil residencial e também por compras no varejo motivadas por reformas, por exemplo, além de alguns projetos de infraestrutura, provocaram uma demanda inesperada no setor a partir do fim do segundo trimestre;
  • As siuderúrgicas afirmam que os valores continuam defasados em relação ao mercado externo enquanto há aumento de insumos e matéria-primas, principalmente do minério de ferro;
  • A alta do dólar no ano impacta os valores.
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