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Mundo do Aço

Entenda por que a construção projeta  2021 como melhor ano desde 2013 crédito: Stockphoto

Crédito imobiliário em alta e juros baixos são uma combinação potente para incentivar a construção civil. E, na pandemia, o isolamento trouxe um ingrediente comportamental a mais para esse mercado: o novo estilo de morar.

A necessidade de ficar mais em casa, onde passamos a ter que trabalhar, assistir aulas online ou nos exercitar, levou as pessoas a mudarem suas residências, gerando obras país afora.

“A pandemia ressignificou o valor da casa própria. Com todo mundo trabalhando e estudando em casa, houve necessidade de mais espaço”, afirma a economista da Câmara Brasileira da Construção Civil (Cbic), Ieda Vasconcelos.

Para 2021, esses três fatores - crédito barato, juros baixos e obras residenciais - ainda terão grande impacto na cadeia produtiva da construção civil, projetam especialistas, uma vez que o setor, embora tenha segurado a economia brasileira em 2020, ainda se recupera de um tombo histórico nos anos anteriores.

De acordo com os dados do Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil no terceiro trimestre de 2020, o setor está no mesmo patamar de atividade do início de 2007.

A CBIC planeja crescimento de 4% no PIB da construção, o maior desde 2013, o que significa a geração de 200 mil novos postos de trabalho. Nesse contexto, além das reformas, calcula-se que os lançamentos de imobiliários cresçam até 20% em relação a 2020, projeção amparada na perspectiva de alta também no mercado imobiliário.

Segundo a CBIC, a  projeção se deve à continuidade do baixo patamar de juros, o crescimento das vendas e lançamentos de novos empreendimentos.

O desafio, no entanto, é enfrentar a falta de matéria-prima e os reajustes de preços. “Neste momento, temos desabastecimento e insumos mais caros, alguns com aumentos superiores a 70%”, completa a economista da CBIC.

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