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Mundo do Aço

Construção para baixa renda pode se beneficiar de novas regras de crédito crédito: Divulgação

SÃO PAULO – O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou por unanimidade, esta semana, mudanças nas regras de financiamento imobiliário do programa Casa Verde e Amarela.

Apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), as propostas aprovadas elevam os limites dos valores dos imóveis financiados com recursos do fundo; estabelecem as taxas de juros cobradas das famílias que ganham até R$ 2 mil mensais e alteram o cálculo do subsídio disponibilizado às famílias de baixa renda.

Os valores máximos dos imóveis aptos a serem financiados serão reajustados em 10%, com exceção dos construídos em cidades com população entre 50 mil e 100 mil habitantes, onde a tabela será reajustada em 15%.

As demais regiões, incluindo as capitais e regiões metropolitanas, terão aumento de 10% – com São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal saindo de R$ 240 mil e indo para R$ 264 mil. Em municípios com população menor que 20 mil habitantes, não haverá elevação no teto.

Além da flexibilização do teto no CVA, o conselho do FGTS também anunciou a redução temporária das taxas de juros nos financiamentos do programa para famílias com renda mensal entre R$ 4 mil e R$ 7 mil (grupo 3) de 0,5 ponto percentual, com validade até 31 de dezembro de 2022.

Na avaliação do Ministério do Desenvolvimento Regional, a redução visa o aumento da atratividade do programa nessa faixa de renda.

A redução temporária resultará em uma taxa final de 7,66% ao ano aos mutuários desse grupo. Se ele for cotista do fundo, haverá redução de mais 0,5 ponto, ficando em 7,16%.

Também foi alterada a metodologia de cálculo do chamado desconto complemento, que é o pagamento pelo FGTS de parte do valor de aquisição ou construção do imóvel visando diminuir o valor a ser financiado pelas famílias. Outra alteração também aumentou em 0,25% o desconto concedido para fins de redução no valor das prestações para os mutuários com renda familiar mensal de até R$ 2 mil.

De acordo com analistas, as mudanças devem ser positivas ara o setor de construção civil com foco na baixa renda.

Fonte: Infomoney

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