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Mundo do Aço

Construção, indústria e comércio se recuperam, segundo estudo da FGV crédito: Stockphoto

Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) mostra que a economia brasileira reverteu no 3º trimestre grande parte da retração de 9,7% do segundo trimestre. Porém, a recuperação não atingiu todos os setores.

Indústria, construção civil e comércio conseguiram eliminar as perdas da fase mais aguda da pandemia, enquanto que o setor de serviços, que possui peso de mais de 70% na economia e o que mais emprega, continuou enfrentando dificuldades para voltar à normalidade. As informações foram publicadas pelo G1.

O IBGE divulga os dados oficiais do PIB do 3º trimestre nesta quinta-feira. O Ibre, mesmo com a reação observada entre julho e setembro, prevê que a economia brasileira terminou o 3º trimestre ainda 3,1% abaixo do nível do 1º trimestre e só deverá voltar ao nível pré-Covid em 2022.

A construção civil teve crescimento de 8,1% no terceiro trimestre em relação ao segundo, depois de um recuo de 5,7% no segundo trimestre em relação ao período imediatamente anterior.  Com esse desempenho, praticamente eliminou as perdas do início da pandemia.

O comércio, com crescimento de 17% no terceiro trimestre, também se recuperou, depois de um tombo de 13% no segundo trimestre. E a indústria, após despencar 12,3% de abril a junho, teve expansão de 14,2% de julho a setembro.

Com peso de mais de 70% na economia e o que mais emprega, o segmento de serviços no país encerrou setembro num patamar ainda 8% abaixo do de fevereiro.

"Há um descompasso entre a indústria e os serviços. Mesmo com a contribuição positiva do comércio, os serviços ainda estão longe de recuperar o que perdeu. Os outros serviços, que incluem saúde privada, educação privada e serviços prestados às famílias, ainda estão demorando muito mais para se recuperar, e isso tem puxado os serviços para baixo, dificultando a retomada”, afirma a economista Luana Miranda, do Ibre, autora do estudo.

O Ibre/FGV projeta um tombo de 5% do PIB em 2020 e crescimento de 3,5% em 2021. Confirmada a projeção, o país fechará o este ano 3,4% abaixo do nível do final de 2019 e 1% abaixo do primeiro trimestre.

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