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Mundo do Aço

Com Biden, siderúrgicas esperam reverter barreiras ao aço brasileiro crédito: Foto: Gerdau/Divulgação

A eleição de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos trouxe esperança ao setor siderúrgico brasileiro de reverter as restrições impostas por Donald Trump ao aço nacional.

Há três meses, o atual presidente americano reduziu a cota de importação do produto fabricado no Brasil em 83%, alterando acordo fechado em 2018 entre os dois países.

O Brasil tem capacidade de exportar 3,5 milhões de toneladas de aço semiacabado para o mercado americano por ano. O acordo de 2018 já havia imposto um limite de 30% desse volume que poderia ser vendido aos EUA.

Associação das siderúrgicas brasileiras, o Instituto Aço Brasil já informou que vai negociar junto ao novo governo americano o fim das cotas para o produto semiacabado, argumentando que essa é uma matéria-prima fundamental para a indústria americana.

“A expectativa é que a gente possa tentar manter contato com a nova administração para ver se retira o Brasil dessa restrição. Se não for possível o todo, que pelo menos tire o semiacabado”, disse o presidente do Aço Brasil, Marco Polo Mello. Ele lemtrou que o Brasil é maior importador de carvão metalúrgico dos EUA, com US$ 1 bilhão por ano.

Fonte: Assessoria de Comunicação Grupo Ferrominas

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