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Brasil tenta barrar aplicação de sobretaxa ao aço pelos americanos

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima, espera convencer o governo dos Estados Unidos a não sobretaxar o aço brasileiro. Ele se encontrará nesta terça-feira com Wilbur Ross, secretário de comércio americano. Embora Lima tenha dito que sua agenda é ampla, ele afirmou que a situação do aço é a mais urgente em sua viagem:

- O aço é a principal preocupação do momento, por conta da premência da decisão potencial que poderá ser tomada pelos americanos - disse o ministro em entrevista na capital americana.

O governo americano estuda maneiras de proteger sua indústria de aço e alumínio e o presidente Donald Trump tem até 19 de abril para decidir entre implementar uma tarifa de ao menos 53% de importação para Brasil, China, Rússia e outras nove nações, criar cotas ou elevar o imposto de importação para ao menos 24% para o produto de forma linear a todos os países. Estas três medidas foram sugeridas pela Secretaria de Comércio dos EUA e enviadas para a Casa Branca.

O ministro afirmou que acredita que há espaço para convencimento do governo, lembrando que 80% da exportação brasileira aos EUA é de produtos semi-acabados, ou seja, ajuda a indústria americana. E que, para isso, o Brasil importa carvão dos EUA. Os Estados Unidos representam um terço das cerca de 15 milhões de toneladas exportadas anualmente pelas empresas brasileiras. O Brasil já é o segundo maior exportador de aço aos EUA, atrás apenas do Canadá.

Lima afirmou que não estará apresentando nenhuma barganha com os americanos, ou seja, nem ameaçar sobretaxar o carvão americano ou reduzir a tarifa do etanol, pedido dos produtores americanos. Ele afirmou que o aço brasileiro tem ajudado o setor americano, que não é autosuficiente no produto. Ele disse que qualquer das três decisões - cota, tarifa extra para o Brasil ou aumento linear de imposto para todos os países afetaria a recuperação do setor e da indústria. Questionado qual preferiria, ele disse imaginar como “menos pior” o aumento linear de imposto a todos os países.

O ministro estava acompanhado de representantes do setor do aço, que lembraram que a exportação brasileira cresceu aos EUA com apoio do governo americano, que deu incentivos fiscais para empresas que apenas processam produtos semi-acabados, ou seja, iguais aos exportados pelo Brasil.

- Será um tiro no pé - disse Marco Polo de Mello Lopes, presidente do Instituto Aço Brasil, afirmando que qualquer medida imposta ao Brasil afetará empresas americanas, tanto do setor como de carvão.


Fonte: O Globo



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