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Participação de mercado da Usiminas encolhe

Apesar da melhora visível que a Usiminas tem apresentado em seu balanço operacional e financeiro, a companhia vem perdendo gradativamente participação de mercado. Neste cenário, a reativação das áreas primárias do complexo de Cubatão (SP) fica cada vez mais distante.

Segundo relatório interno da siderúrgica, obtido pelo DCI, a participação da companhia no mercado de aços planos caiu de 52%, em 2007, para 49% no ano seguinte; despencou para 38,2% em 2009 e atingiu cerca de 35% no ano passado. “A Usiminas continua líder, mas com muito menos folga”, conta uma fonte ligada à siderúrgica.

A empresa tem perdido participação principalmente para a ArcelorMittal. Outra fonte relata que a gigante global passou a atuar de forma agressiva em aços planos a partir de meados de 2008, no Brasil. “Além disso, a planta de Tubarão [no Espírito Santo] da Arcelor é integrada com o porto de minério de ferro, que elimina custos importantes de logística, o que a Usiminas tem de sobra.”

A fonte acrescenta que, principalmente a partir de meados de 2009, a estratégia da Usiminas passou a ser o foco em margens, mesmo que com a redução da participação. “A empresa optou por privilegiar a manutenção da tabela e os preços, reduzindo a sua produção”, detalha. “Só que no mercado siderúrgico, muitas vezes é necessário garantir espaço para ter sustentabilidade no negócio no longo prazo.”

Uma linha siderúrgica não consegue operar com um ritmo muito menor do que o projetado, explica uma pessoa próxima à Usiminas. “Essa redução implica em paradas, o que causa problemas de manutenção”, assinala. “E mesmo que opere em ritmo baixo, os custos fixos continuam altos, pois é da natureza do negócio. O equipamento envelhece com ou sem uso, principalmente no caso de Cubatão, que sofre por sua localização próxima ao porto e a empresas com potencial capacidade poluidora”, salienta.

Neste cenário, acrescenta-se o fato de que a Gerdau entrou recentemente no segmento de aços planos, adicionando mais um competidor no País. “Isso sem contar as importações, que nesses dez anos se transformaram num novo player do mercado”, pontua uma fonte.

Conforme pessoas próximas da Usiminas, a estratégia adotada pela gestão comercial da empresa – liderada desde 2008 pelo vice-presidente comercial Sérgio Leite, que há cerca de dois anos acumula o cargo de CEO – prioriza margens. “Porém, isso pode comprometer a perenidade do negócio”, diz uma fonte. Em nota, a Usiminas declarou que “não comenta seus dados estimados de market share.”

Enquanto a Usiminas perde participação de mercado, a perspectiva de reativação das áreas primárias do complexo de Cubatão – que tem aproximadamente 12 milhões de m², incluindo um porto – fica cada vez mais distante. “Cubatão não tem condições nenhuma de voltar a operar em um horizonte mínimo de cinco anos”, diz uma fonte da empresa.

As áreas primárias de Cubatão correspondem à produção de aço bruto e foram desativadas no início de 2016. Segundo apurou o DCI, a opção mais acessível para a Usiminas seria a construção de um forno elétrico, que foi orçado em cerca de US$ 700 milhões. “A reforma do alto-forno 1 não custaria menos do que R$ 1 bilhão”, diz uma fonte com acesso aos orçamentos feitos pela empresa. “Tudo novo seria algo em torno de US$ 4 bilhões. É preciso recuperar tudo.”

Em nota, a Usiminas comentou que “a perspectiva [de retomada das áreas primárias] é positiva, mas a empresa ainda aguarda sinais mais concretos para ter segurança na tomada de decisão.”


Fonte: DCI



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