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Mercado de aço da América Latina cresce em 2017, diz Alacero

América Latina teve uma produção de 63,9 milhões de toneladas (Mt) de aço bruto em 2017, 7% mais do que em 2016. Brasil é o principal produtor com 54% do total regional (34,4 Mt), apresentando um crescimento interanual de 10%. Aço laminado. A região produziu 52,9 Mt de aço laminado, 4% superior ao atingido em 2016. Brasil é o principal produtor com 22,4 Mt, 42% do total latino-americano. O México fcou em segundo lugar com 18,7 Mt, com 35%. América Latina 2017: .63,9 milhões de toneladas a produção de aço bruto, 52,9 milhões de toneladas a produção de aço laminado, 67,3 milhões de toneladas o consumo aparente de aço, 4% aumentou as importações de aço latino-americano, 12% aumentou as exportações de aço latino-americano.

Santiago, Chile — Os números de produção, consumo e comércio de 2017 fecharam com aumentos em relação ao ano anterior, re?etindo a recuperação da indústria siderúrgica latino-americana. O consumo de aço laminadoaumento 4% e a produção de aço bruto e de aço laminado cresceram 7% e 4%, respectivamente, versus 2016.

O consumo regional é abastecido em 30% pelas importações, crescendo um ponto versus 2016 (31%). A balança comercial manteve-se negativa, embora em 2017 o défcit em toneladas diminuiu 2% vs 2016.

Produção — Aço bruto. América Latina teve uma produção de 63,9 milhões de toneladas (Mt) de aço bruto em 2017, 7% mais do que em 2016. Brasil é o principal produtor com 54% do total regional (34,4 Mt), apresentando um crescimento interanual de 10%.

Aço laminado — A região produziu 52,9 Mt de aço laminado, 4% superior ao atingido em 2016. Brasil é o principal produtor com 22,4 Mt, 42% do total latino-americano. O México fcou em segundo lugar com 18,7 Mt, com 35%.

Produção Janeiro 2018 — De acordo com o Alacero, janeiro 2018, indica que a produção de aço bruto atingiu 5,4 Mt no mês, 5% maior que em dezembro 2017 e 4% mais que em janeiro 2017. A produção de laminados fechou em 4,4 Mt, 3% maior que em dezembro 2017 e 4% mais que janeiro 2017.

Asociación Latinoamericana del Acero(Alacero) — é uma entidade civil sem fns lucrativos que reúne a cadeia de valor do aço da América Latina para fomentar os valores de integração regional, inovação tecnológica, excelência em recursos humanos, responsabilidade empresarial e sustentabilidade sócioambiental. Fundada em 1959, é formada por 49 empresas de 20 países, cuja produção é de aproximadamente 70 milhões anuais — representando 95% do aço fabricado na América Latina. Alacero é reconhecida como Organismo Consultor Especial para as Nações unidas e como Organismo Internacional Não Governamental por parte do Governo da República do Chile, país sede da direcção geral.


Fonte: Portal Fator



Usiminas eleva compra de placas de aço após explosão em gasômetro
Por conta da explosão em seu gasômetro na unidade de Ipatinga (MG) , a Usiminas teve que adquirir 35 mil toneladas adicionais de placas de aço no mês passado para garantir o abastecimento de sua produção. A usina teve que ficar parada por alguns dias, logo após o ocorrido. Fora de casa A siderúrgica mineira, que está com a sua atividade primária em Cubatão (SP) paralisada há mais de dois anos, vem comprando placas de terceiros – como da Ternium (ex-CSA) e da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). No segundo trimestre deste ano, a Usiminas processou 357 mil placas adquiridas. Procurada, a Usiminas não comentou.

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Usiminas avança 4% com possível reajuste do preço do aço
Vale (VALE3) e siderúrgicas As ações da Vale sobem em meio à alta do minério de ferro e chegam a R$ 58,00. Vale destacar que uma “nova era do minério de ferro” pode ser traduzida em resultados surpreendentes para a Vale no futuro próximo, de acordo com analistas e gestores com cobertura do setor ouvidos pela InfoMoney. Com este cenário pela frente, junto a um "momento raro" dos negócios, a mineradora tem tudo para ser uma boa pedida para compor carteiras de investimentos focadas no pagamento de dividendos. Confira a matéria completa clicando aqui. As siderúrgicas também registraram alta. Ontem, o Valor Econômico noticiou que a CSN (CSNA3) e Usiminas (USIM5) aproveitaram o momento de desvalorização do real e da resistência dos preços internacionais, para anunciarem um possível novo reajuste já para o mês outubro. O aumento médio deve ser de 5% para todos os produtos, sendo este o quarto reajuste anunciado apenas em 2018.

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CSN fecha termo de Ajustamento de Conduta que mantém funcionamento de usina
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) informou, por meio de fato relevante, que concluiu as tratativas com os órgãos do Estado do Rio de Janeiro para a celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta que mantém o pleno funcionamento das operações da Usina Presidente Vargas, localizada em Volta Redonda. O termo contempla investimentos de aproximadamente R$ 303 milhões em projetos e ações ambientais na região até agosto de 2024 e representa um compromisso da companhia com a sustentabilidade das suas atividades, com as comunidades de Volta Redonda e região. As tratativas com o Estado do Rio foram feitas por meio da Secretaria de Estado do Ambiente, o Instituto Estadual do Ambiente e a Comissão Estadual de Controle Ambiental.

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Quase 90% da capacidade de produção de aço da China cumprirão metas de emissões até 2025, diz executivo da Vale
Quase 90 por cento da capacidade de aço da China terá cumprido os novos padrões de emissão até 2025, disse na quinta-feira uma autoridade da Vale. "Até 2025, quase 90 por cento da capacidade de aço na China terá atendido a esses novos padrões", disse Peter Poppinga, diretor-executivo da Vale, em uma conferência do setor. A China tem pressionado agressivamente as cidades a reduzirem a produção industrial para combater a poluição, incluindo plantas na principal cidade siderúrgica de Tangshan. Poppinga também disse que a produção de minério de ferro da Vale está atualmente em 400 milhões de toneladas por ano. "Achamos que este é um nível saudável daqui para frente quando você pensa em otimização de margem", disse ele.

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Cadê o dividendo da CSN que estava aqui? R$ 0,64 por ação "evapora" na mão do acionista
Empresa cancela dividendo após declarado, preços não são corrigidos em Bolsa e investidor assume perda de capital

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