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Investidores retomam pesquisas

Após anos de discussões e indefinições sobre a legislação da mineração no País, as pesquisas minerárias, que representam o início do ciclo de exploração e produção mineral, começam a retomar o interesse dos investidores.

O impulso veio com a definição das regras do setor, em novembro do ano passado, quando o Senado aprovou as três medidas provisórias (MPs), já sancionadas pelo presidente da República, Michel Temer, que estão determinando mudanças importantes no marco legal da mineração. Até agora, as pesquisas se concentram principalmente no ouro e em outros minerais como lítio e terras-raras, que têm cada vez mais aplicações na indústria moderna.

A avaliação foi feita pelo presidente da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral (ABPM), Elmer Prata Salomão. “A definição das regras funcionou como um estímulo para quem quer pesquisar. Projetamos uma aceleração nos projetos de pesquisa”, disse.
Entre as três MPs que definiram o novo marco legal da mineração nacional, uma cria a Agência Nacional de Mineração (ANM), em substituição ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM); outra trata de alterações na cobrança da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem); e a terceira moderniza o Código de Mineração.

“A pesquisa estava paralisada há vários anos, desde que se desestruturou a legislação do setor com as discussões sobre um novo marco legal. Todos pararam de investir com um cenário de indefinições. Os investimentos estavam limitados a ampliações de operações já existentes, mas as pesquisas estavam paradas. As mudanças foram positivas e, com a criação da agência, abre-se um caminho para o restabelecimento da pesquisa mineral no País”, analisou.

De acordo com o presidente da ABPM, tem sido observado “um retorno, ainda discreto, dos investimentos em pesquisa mineral”. Salomão afirmou que pelo menos metade dos aportes em pesquisa são direcionados para a exploração do ouro, devido ao seu caráter estável, em termos de preços e mercado.

Outra parcela importante do apetite dos investidores pela pesquisa mineral está concentrada em minerais como o lítio e terras-raras. Ambos são encontrados em Minas Gerais e têm grande potencial para exploração mineral e para o desenvolvimento das cadeias produtivas.

No caso do lítio, o mineral é usado na produção de baterias de celulares, laptops e de veículos elétricos, além de ter compostos consumidos pela indústria química, farmacêutica, metalúrgica e nuclear. No Brasil, o lítio só é encontrado em Minas Gerais, especificamente no Vale do Jequitinhonha, e no Ceará.

As terras-raras são 17 elementos químicos metálicos parecidos, que geralmente ocorrem juntos na natureza. Estes minerais são insumos para a produçãatilde;o de equipamentos eletrônicos, superímãs, fertilizantes, catalisadores de automóveis, combustíveis, vidro e lentes especiais e fabricação de motores, entre outros. As terras-raras também são encontradas no Estado, na região do Alto Paranaíba.

“Os investidores gostam de ouro porque ele depende menos de mercado e é praticamente um ativo financeiro, com preço estável, além de não depender de transformação química, diferente de outros minerais, como o próprio minério de ferro, que dependem desses processos. Há também o interesse de pesquisas no âmbito de diamantes e de lítio, cobalto e terras-raras cobalto, minerais de aplicação em indústrias de alta tecnologia”, indicou.


Fonte: Diário do Comércio



Usiminas eleva compra de placas de aço após explosão em gasômetro
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Usiminas avança 4% com possível reajuste do preço do aço
Vale (VALE3) e siderúrgicas As ações da Vale sobem em meio à alta do minério de ferro e chegam a R$ 58,00. Vale destacar que uma “nova era do minério de ferro” pode ser traduzida em resultados surpreendentes para a Vale no futuro próximo, de acordo com analistas e gestores com cobertura do setor ouvidos pela InfoMoney. Com este cenário pela frente, junto a um "momento raro" dos negócios, a mineradora tem tudo para ser uma boa pedida para compor carteiras de investimentos focadas no pagamento de dividendos. Confira a matéria completa clicando aqui. As siderúrgicas também registraram alta. Ontem, o Valor Econômico noticiou que a CSN (CSNA3) e Usiminas (USIM5) aproveitaram o momento de desvalorização do real e da resistência dos preços internacionais, para anunciarem um possível novo reajuste já para o mês outubro. O aumento médio deve ser de 5% para todos os produtos, sendo este o quarto reajuste anunciado apenas em 2018.

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CSN fecha termo de Ajustamento de Conduta que mantém funcionamento de usina
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) informou, por meio de fato relevante, que concluiu as tratativas com os órgãos do Estado do Rio de Janeiro para a celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta que mantém o pleno funcionamento das operações da Usina Presidente Vargas, localizada em Volta Redonda. O termo contempla investimentos de aproximadamente R$ 303 milhões em projetos e ações ambientais na região até agosto de 2024 e representa um compromisso da companhia com a sustentabilidade das suas atividades, com as comunidades de Volta Redonda e região. As tratativas com o Estado do Rio foram feitas por meio da Secretaria de Estado do Ambiente, o Instituto Estadual do Ambiente e a Comissão Estadual de Controle Ambiental.

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Quase 90 por cento da capacidade de aço da China terá cumprido os novos padrões de emissão até 2025, disse na quinta-feira uma autoridade da Vale. "Até 2025, quase 90 por cento da capacidade de aço na China terá atendido a esses novos padrões", disse Peter Poppinga, diretor-executivo da Vale, em uma conferência do setor. A China tem pressionado agressivamente as cidades a reduzirem a produção industrial para combater a poluição, incluindo plantas na principal cidade siderúrgica de Tangshan. Poppinga também disse que a produção de minério de ferro da Vale está atualmente em 400 milhões de toneladas por ano. "Achamos que este é um nível saudável daqui para frente quando você pensa em otimização de margem", disse ele.

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