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Reajuste de preços anima fabricantes de aço

A confirmação de que o primeiro contrato de fornecimento de aço ao setor automotivo para 2018 foi fechado com grande reajuste de preços - e a expectativa de que outras empresas sigam o mesmo caminho - animou as perspectivas do mercado financeiro sobre as siderúrgicas.

Na quarta-feira, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) anunciou aumento de 23% no preço do aço que vende a montadoras para este ano, ao mesmo tempo em que informou alta de 18% a 23% para fabricantes da linha branca. Segundo uma fonte, Usiminas e ArcelorMittal - que com a CSN formam as três maiores fabricantes de aços planos do país - também elevaram os preços para o setor automotivo, em 20% a 23%. As empresas não confirmaram oficialmente.

A siderurgia foi o assunto de ontem na bolsa. As ações preferenciais de Usiminas e Gerdau e as ordinárias da CSN lideraram os ganhos do Ibovespa, índice mais importante da B3. Usiminas PNA foi a maior alta do dia, de 5,65% para R$ 10,48, seguida por Gerdau PN, que avançou 5,41%, para R$ 13,65, e CSN, com uma valorização de 3,11%, para R$ 9,28 (ver mais na página C2).

Para analistas de bancos de investimento, há espaço para que reajustes sejam aplicados também na distribuição. Uma fonte disse que Usiminas e CSN tentam emplacar um reajuste da Arcelor, já em vigor, de 12%. No caso desses clientes, não há contratos longos e os anúncios de preço são realizados periodicamente. O otimismo em relação à siderurgia também tem a ver com a expectativa de recuperação econômica em 2018.

O BTG Pactual classificou o aumento da CSN às montadoras como "um resultado muito favorável" para o setor como um todo. Para os analistas Leonardo Correa e Gerard Roure, que assinam relatório enviado a clientes, é provável que no curto prazo as ações tanto de Usiminas quanto de CSN continuem com desempenho acima da média.

"Há muitos catalisadores para o setor no momento", explica o relatório do banco. "[Há fatores positivos como] ambiente externo favorável, poder de formação de preço no mercado doméstico, menores taxas de juros e boas iniciativas internas", cita o texto.

Rodolfo Angele, Caio Ribeiro e Lucas Ferreira, do J.P. Morgan, escreveram que o poder de formação de preço das usinas brasileiras está sendo mantido pela valorização do aço no mercado internacional e uma certa depreciação do real. Para contribuir com o cenário, o banco acredita em crescimento da economia - e especialmente da indústria - em 2018, com a demanda por aço crescendo até 7%.

O investimento preferido, porém, em ambos os casos, é na Gerdau, que conta com maior exposição internacional e tem atualmente uma ação mais barata frente à sua perspectiva.

Ambas as instituições também veem uma janela para nova rodada de aumentos à distribuição. Nas contas do BTG, a bobina a quente nacional é vendida atualmente com "prêmio" de quase 1% ante o importado chinês. Já o J.P. calcula diferença de até 2% para todos os laminados planos. Uma faixa sustentável vai de 5% a 10%.

Os aumentos são essenciais para ganho de faturamento e rentabilidade. Em uma análise de sensibilidade, o BTG quantificou esse efeito. Para o banco, a cada 1% de alta na receita por tonelada, a Usiminas registraria crescimento de 4% no Ebitda, ante as projeções iniciais; e a CSN, elevaria em 1,5% a 2% o resultado. Como o setor automotivo compra cerca de um terço do aço dessas empresas, o benefício é grande.


Fonte: Inda



CSN consegue prorrogação de licença ambiental no RJ por 90 dias
A Companhia Siderúrgica Nacional conseguiu mais 90 dias de prazo de autoridades ambientais do Rio de Janeiro para continuar operando sua usina produtora de aço em Volta Redonda, informou a empresa nesta quarta-feira. A CSN informou que segue "em negociação com os órgãos competentes do Estado do Rio de Janeiro para solução consensual definitiva das questões ambientais existentes". No final do ano passado, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Rio de Janeiro, determinou a paralisação das atividades da usina, principal instalação de produção de aço da CSN, por descumprimento de termos de acordo para solução de problemas ambientais da unidade. Na ocasião, a empresa recebeu um prazo de 180 dias para manter as operações da usina funcionando enquanto negociava acordos de redução de emissões de poluentes sob pena de ter a usina de Volta Redonda fechada. Em fevereiro deste ano, o diretor comercial da companhia, Luis Fernando Martinez, afirmou em entrevista à Reuters que não havia "a mínima chance da usina ser fechada" em virtude de garantias dadas à empresa pelo governador fluminense, Luiz Fernando Pezão, e que a companhia estava cumprindo as exigências do Inea. Procurados, representantes do Inea não puderam comentar o assunto de imediato.

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Produção brasileira de aço bruto cresce 1,5% nos cinco primeiros meses do ano
A atividade da indústria do aço recuou de forma sensível em maio devido à greve dos caminhoneiros. A impossibilidade de escoamento da produção e a falta de matéria prima para a produção resultaram no abafamento de 16 altos-fornos, paralisação de 10 aciarias e de 15 laminações. A produção brasileira de aço bruto recuou 8,5% em maio frente ao mesmo mês de 2017, para 2,7 milhões de toneladas. A queda da produção de aço bruto fez o setor utilizar seus estoques para não afetar em igual escala a produção de laminados, que foi de 2,0 milhões de toneladas. Por ter uma base de comparação baixa em maio de 2017, a produção de laminados também foi impactada positivamente e cresceu 7,6% frente ao mesmo mês do ano anterior. A produção de semiacabados para vendas foi de 794 mil toneladas, um aumento de 7,3% em relação ao mesmo mês de 2017. Pelo mesmo motivo apurado na produção de laminados, a menor base de comparação de maio de 2017 também impactou positivamente a variação da produção de semiacabados de maio de 2018. As vendas internas de maio de 2018 também foram muito afetadas pela greve e recuaram 17,8% frente a maio de 2017, para 1,2 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi de 1,4 milhão de toneladas em maio, 15,5% inferior ao apurado no mesmo mês de 2017. As estatísticas de importações foram menos afetadas pela greve pelo fato do desembaraço aduaneiro ocorrer no próprio porto. Assim, mesmo se as mercadorias não chegarem ao destino serão computadas nas estatísticas de importações, caso tenham sido desembaraçadas. Em maio de 2018 foram importados 242 mil toneladas e US$ 233 milhões, o que representa um crescimento de 3,9% em quantum e uma alta de 6,4% em valor na comparação com maio de 2017. Já as exportações foram muito afetadas pela greve devido à dificuldade dos produtos chegarem aos portos. Em maio, a quantidade exportada recuou 48,1% (para 753 mil toneladas) e caiu 35,6% em valores (para US$ 484 milhões) na comparação com o mesmo mês de 2017. Dados do acumulado até maio de 2018 As variações dos indicadores da indústria do aço no acumulado de janeiro a maio também foram afetadas pela greve dos caminhoneiros. A produção brasileira de aço bruto cresceu apenas 1,5%, para 14,3 milhões de toneladas, uma desaceleração dos 4,1% registrados no acumulado até abril. A produção de laminados foi menos afetada dada a utilização de estoques das empresas e cresceram 7,2% no acumulado até maio, para 9,8 milhões de toneladas. A produção de semiacabados para vendas totalizou 3,9 milhões de toneladas no acumulado até maio de 2018, um aumento de 1,3% frente ao mesmo período de 2017. A expansão das vendas internas arrefeceu de 14,7% no acumulado até abril para 7,7% no acumulado até maio, para 7,1 milhões de toneladas. O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos foi de 8,1 milhões de toneladas de janeiro a maio de 2018, o que representa uma alta de 7,2% frente ao mesmo período do ano anterior. No acumulado até abril, a taxa de crescimento do consumo aparente foi quase o dobro: 13,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior. As importações alcançaram 1,0 milhão de toneladas no acumulado de janeiro a maio de 2018, aumentando 1,0% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 1,1 bilhão, uma alta de 23,6% no mesmo período de comparação. As exportações atingiram 5,4 milhões de toneladas e US$ 3,3 bilhões nos cinco primeiros meses de 2018. Esses valores representam, respectivamente, queda de 11,0% e aumento de 9,3% na comparação com o mesmo período de 2017. Em termos de comparação, no acumulado de janeiro a abril de 2018, as exportações cresceram à taxa de 0,6% em quantum e 23,9% em valor.

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Demanda interna de produtos siderúrgicos cai 15,5% em maio
O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi duramente afetado em maio pela greve de caminhoneiros que paralisou o país durante quase duas semanas. O índice, que reúne tanto as vendas das empresas instaladas no Brasil quanto as importações, caiu 15,5% na comparação com o mesmo mês de 2017 e chegou a 1,36 milhão de toneladas, informou o Instituto Aço Brasil nesta quarta-feira. Só do segmento de aços planos — bobinas, chapas e outros — , o recuo na comparação anual foi de 19,4%, para 789 mil toneladas. A área de longos — vergalhões, por exemplo — encolheu em 9,4%, para 571 mil toneladas. Ainda assim, a demanda aumenta no ano. Durante os cinco primeiros meses de 2018, foram 8,06 milhões de toneladas, alta de 7,2% ante igual período do ano passado. Em planos, o avanço foi de 8,5%, para 4,89 milhões de toneladas, e em longos, de 5,1%, para 3,17 milhões de toneladas. De acordo com os dados do Aço Brasil, além de o mercado ter enfraquecido no mês passado, a participação das usinas nacionais também diminuiu. As vendas internas das siderúrgicas foram de 1,15 milhão de toneladas, queda de 17,8% em comparação anual, mas as importações subiram 3,9%, para 242 mil toneladas — penetração de 18%. De janeiro a maio, as vendas internas cresceram 7,7%, para 7,06 milhões de toneladas, e as importações aumentaram em 1%, para 1,03 milhão de toneladas, deixando a participação do produto estrangeiro no consumo em 13%. O instituto informou também que as vendas externas faturadas pelas usinas atingiram 1,25 milhão de toneladas em maio, ultrapassando as internas. O avanço foi de 1,2%. Nos cinco meses, houve queda de 0,1%, para 5,65 milhões de toneladas. Os números ainda mostram que a produção nacional de aço bruto encolheu 8,5% no mês passado, também na comparação anual, para 2,68 milhões de toneladas. A de laminados avançou 7,6%, para 1,95 milhão de toneladas, e a de semielaborados para venda a terceiros subiu 7,3%, para 794 mil toneladas. De janeiro a maio, foram produzidas 14,27 milhões de toneladas de aço bruto, um crescimento de 1,5%.

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Demanda interna de produtos siderúrgicos cai 15,5% em maio
O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi duramente afetado em maio pela greve de caminhoneiros que paralisou o país durante quase duas semanas. O índice, que reúne tanto as vendas das empresas instaladas no Brasil quanto as importações, caiu 15,5% na comparação com o mesmo mês de 2017 e chegou a 1,36 milhão de toneladas, informou o Instituto Aço Brasil nesta quarta-feira. Só do segmento de aços planos — bobinas, chapas e outros — , o recuo na comparação anual foi de 19,4%, para 789 mil toneladas. A área de longos — vergalhões, por exemplo — encolheu em 9,4%, para 571 mil toneladas. Ainda assim, a demanda aumenta no ano. Durante os cinco primeiros meses de 2018, foram 8,06 milhões de toneladas, alta de 7,2% ante igual período do ano passado. Em planos, o avanço foi de 8,5%, para 4,89 milhões de toneladas, e em longos, de 5,1%, para 3,17 milhões de toneladas. De acordo com os dados do Aço Brasil, além de o mercado ter enfraquecido no mês passado, a participação das usinas nacionais também diminuiu. As vendas internas das siderúrgicas foram de 1,15 milhão de toneladas, queda de 17,8% em comparação anual, mas as importações subiram 3,9%, para 242 mil toneladas — penetração de 18%. De janeiro a maio, as vendas internas cresceram 7,7%, para 7,06 milhões de toneladas, e as importações aumentaram em 1%, para 1,03 milhão de toneladas, deixando a participação do produto estrangeiro no consumo em 13%. O instituto informou também que as vendas externas faturadas pelas usinas atingiram 1,25 milhão de toneladas em maio, ultrapassando as internas. O avanço foi de 1,2%. Nos cinco meses, houve queda de 0,1%, para 5,65 milhões de toneladas. Os números ainda mostram que a produção nacional de aço bruto encolheu 8,5% no mês passado, também na comparação anual, para 2,68 milhões de toneladas. A de laminados avançou 7,6%, para 1,95 milhão de toneladas, e a de semielaborados para venda a terceiros subiu 7,3%, para 794 mil toneladas. De janeiro a maio, foram produzidas 14,27 milhões de toneladas de aço bruto, um crescimento de 1,5%.

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